Friday, May 30, 2008

CD Candal vs Maia

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase Final, 5ª Jornada
Domingo, 9H; Complexo Desportivo do Candal, Estádio Rei Ramiro
CD Candal vs Maia

Antevisão:

Chegou, enfim, o Domingo em que podemos escrever uma página de ouro e glória, na história do nosso clube, e na história das nossas vidas. A recepção ao Maia pode significar, em caso de vitória, a conquista definitiva do ceptro da 1ª Divisão de Juvenis, depois desta caminhada tão longa.
   Será certamente um jogo difícil, pois os nossos adversários são uma equipa forte e complicada. No entanto, temos muitos factores a nosso favor, que teremos que converter em campo. Espera-se um ambiente ao rubro no apoio ao nossa equipa, num Rei Ramiro colorido e com temperaturas alucinantes, que só pode resultar na injecção de força e garra na nossa equipa. À imagem do jogo passado, não quero deixar muitas palavras. Os níveis de motivação estão e só podiam estar elevadíssimos, e apelo à concentração e a pensamentos positivos! Imaginem só o nosso estádio repleto, com a multidão a vibrar por nós!
   Sem pressão, mais unidos que nunca, e vamos vencer! Força, exaltem este nosso amor de irmãos, e vamos ser grandes, mais uma vez! Vamos levar para o campo a Fúria Candalense, a garra e o espírito de vitória! Viva ao Clube Desportivo do Candal!

Passado presente, presente do futuro, a afirmação de um sonho; Clube Desportivo do Candal
Garra, força, paixão… Espírito de vitória!
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Sunday, May 25, 2008

Infesta 2-3 CD Candal

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase Final, 4ª Jornada
Domingo, 11H; Campo da Arroteia
Infesta 2-3 CD Candal

O jogo:
O Candal foi à Arroteia montar um ambiente infernal, o que fez com que a nossa equipa jogasse praticamente em casa. Uma invasão autência, que poucas vezes deve ter sido vista naquele campo, foi protagonizada pela Fúria Candalense. Fúria essa, que contagiou os nossos valentes, e que levou a nossa equipa a uma segunda parte verdadeiramente espectacular.


Cachecol da fase final. A estrutura deficiente do campo da Arroteia impediu uma reportagem fotográfica mais detalhada.

Antes da visita ao Infesta, estavamos desde já avisados para a importância fulcral desta partida. Os mamedenses seguiam com os mesmos pontos que a nossa equipa, e uma vitória de um, ou de outro, seria decisiva para a atribuição do título. Era preciso encarar o desafio com muita concentração, com muita garra, e foi isso que a nossa equipa fez. Logo ao entrar, mostramos que o único resultado que estavamos à procura naquele campo era a vitória, e foi com esta atitude que os quinze minutos iniciais foram totalmente nossos. Nesta toada, o Candal adiantou-se no marcador por intermédio do Digas, que deu o melhor seguimento a uma bola cruzada para a área. Porém, naqueles minutos foram várias as oportunidades para ampliar o marcador, mas fomos mais uma vez muito perdulários.
E, como quem não marca sofre, o Infesta começou a aproveitar para sacudir a pressão e ir subindo no terreno. Lentamente, foi-se instalando no meio-campo da nossa equipa, que começava a adormecer, e que, quando acordou, viu-se no meio de um sufoco tal que as dificuldades em sair para o ataque eram imensas. Mesmo com o máximo de empenho em aliviar a situação, os homens da casa criaram oportunidades para empatar, intuito que viriam a concretizar num lance de grande infelicidade do Vítor, que depois limpou o nome com uma exibição tranquila e a demonstrar experiência, a provar o porquê de estar a jogar.

Com a igualdade, os Juvenis amenizaram os acontecimentos, com o jogo a voltar a um ritmo mais equilibrado. Mas, em mais um lance de desconcentração, um desentendimento entre o Paulinho e o Filipinho, na ala direita da nossa defesa, permitem a um homem do Infesta escapar pelo seu meio, cruzar para o coração da área para o número nove atirar para o 2-1. Estava feita a reviravolta no marcador, e restou esperar até ao intervalo para corrigir a atitude.
No balneário, percebemos que os dois golos do Infesta surgiram, mais uma vez, por manifesta desconcentração da equipa, e não havia razão para um decréscimo tão acentuado da produtividade. Sabiamos todos que uma vitória hoje nos colocaria a outra do título, e por isso não nos restou alternativa que não encher o nosso peito de garra e lutar até ao fim pela vitória. Entramos para a segunda parte, e o nosso público continou a demonstrar quem mandava ali, e foi com esta postura que, na etapa complementar, não fomos grandes, fomos gigantes! Do princípio ao fim, domínio absoluto da nossa equipa, sempre em cima do adversário, a ganhar todos os duelos individuais, sempre apoiada pelas vozes dos Candalenses. O tento do empate veio por intermédio do Pedro Moreira, e veio colocar um mínimo de justiça no marcador. Depois, a nossa equipa não se contentou com o empate, e perante um Infesta esgotado, fragilizado e sem hipóteses de reagir, continuou a carregar a fundo no acelerador, e a dominar todos os acontecimentos. Do lado adversário, tentava-se parar as jogadas recorrendo muitas vezes às faltas, com um sem número a ficarem por assinalar, e com a expulsão do número 4 a ser perdoada por várias vezes. Todavia, como água mole em pedra dura tanto bate até que fura, o juíz da partida foi obrigado a assinalar uma grande penalidade claríssima - que os próprios jogadores do Infesta aceitaram sem protestar - , quando faltavam quinze minutos para o término da partida.


Miguel Vaz prepara-se para converter o penalty

Era uma oportunidade de ouro para consumarmos a reviravolta, e os corações começavam bater intensamente. Expectante, o público observava Miguel Vaz a conduzir a bola para a marca de grande penalidade, esperar pelo apito, atirar e…. GOLOOOOOOO! Um berro tremendo entuou pela Arroteia, ouviram-se cânticos de euforia e apoio, enquanto festejavamos nas grades, com os nossos adeptos! « Allez Candal Allezz», era o que mais se ouvia naquela altura, e a emoção foi tanta que o inferno Candalense atingiu temperaturas alucinantes. Até ao final, a nossa equipa soube manter o resultado, podendo inclusivé aumentá-lo, mas as ocasiões não foram concluídas da melhor maneira, porque ou os defesas mamedenses ou o guardião estavam lá para evitá-lo.


Massa de público

No final, a satisfação foi plena, e a constatação de que estamos a apenas uma vitória do sonho deixa-nos ansiosos mas felicíssimos. Contudo, o ambiente fantástico foi determinante à conquista, e o modo como foi conseguida esta vitória deixa-nos ainda mais satisfeitos e com os níveis de motivação em alta para a recepção ao Maia. Já percorremos a maior parte do caminho, e faltam-nos agora três pontos para consumarmos o nosso sonho. No próximo Domingo, às nove horas, no «Rei Ramiro», esperamos por mais um ambiente infernal que nos conduzirá definitivamente ao nosso tão anseado objectivo. Por isso, equipa de campeões, vamos estar tranquilos e empenhados nesta semana, e unidos, com a garra e a força que demonstramos hoje, iremos escrever uma página de ouro e glória na história do Clube Desportivo do Candal, bem como nas nossas próprias vidas! Viva ao CANDAL, e força rapazes!


Espírito de vitória

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Saturday, May 24, 2008

Infesta vs CD Candal

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase Final, 4ª Jornada
Domingo, 11H; Campo da Arroteia, S. Mamede Infesta
Infesta vs CD Candal

Antevisão:
Tem sido criada uma atmosfera interessante à volta desta partida. De facto, não pretendemos atirar areia para os olhos de ninguém, e não somos nós que vamos esconder que este jogo será de uma importância capital. No entanto, a nossa equipa já se habituou a estar debaixo de provas de fogo, e acabou por conseguir levar sempre a melhor. Ora, neste domingo, há mais um tremendo desafio. O Infesta, a jogar em casa, e num campo que se identifica com o seu estilo de jogo, não facilitará em nada a tarefa da nossa equipa. Porém, nós, que vamos à frente, e que sabemos que uma vitória nos poderá deixar a apenas três pontos do sonho, iremos a S. Mamede procurar, como sempre, apenas e só a vitória.
   Sinceramente, não queria deixar muitas palavras, pois acho que não são necessárias. Creio que os níveis de motivação estão em alta, e que a equipa já sabe como se comportar. Enalteco, contudo, para que se mantenha a confiança, a garra, e o espírito combativo que nos trouxe até aqui. Dessa forma, acredito que amanhã daremos mais um passo decisivo em direcção ao Nacional de Juvenis, e à glória que nos espera no Domingo seguinte.
    Mas, para isso, temos que vencer amanhã! Contamos com o maior apoio possível, e vamos ganhar! Viva ao Clube Desportivo do Candal!

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Sunday, May 18, 2008

CD Candal 3-0 Desp. Aves

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase final, 3ª Jornada;
Domingo, 9H; Complexo Desportivo do Candal, Estádio Rei Ramiro
CD Candal 3-0 Desp. Aves

O jogo:
Uma vitória inteiramente justa, num jogo em que a nossa equipa esteve sempre por cima, do princípio ao fim, merecendo totalmente o resultado. O Aves foi um digno adversário, mas hoje não teve hipóteses para a «fúria candalense».

«O que não nos mata torna-nos mais fortes». Foi esta a máxima para a motivação da família, na recepção à equipa do Aves. De facto, a derrota no Maia não abalou os Juvenis do Candal, antes pelo contrário: construiu um conjunto ainda mais forte, ainda mais unido, cujos jogadores vestiram a pele de autênticos leões que soltaram a sua fúria pelo campo. Foi neste sentido que, desde o apito inicial, e apesar do equilíbrio nos primeiros minutos, a nossa equipa procurou sempre levar o perigo à baliza adversária. Apesar das dificuldades para que a máquina engrenasse, demonstramos sempre que estavamos ali para ganhar o jogo, e que outro resultado não nos servia.


Os primeiros minutos foram mornos.

   Com esta postura, o Miguel Vaz faz uma jogada incrível pela ala esquerda do nosso ataque, e quando cruza a bola para o meio, o central do Aves carrega notoriamente o Pedro Moreira, facto que resultou na marcação de um grande penalidade. Para converter lá estava o Vaz, que colocou a nossa equipa em vantagem, e ao inaugurar o marcador concedia contornos mais justos ao resultado.


E aí está o primeiro!

    No entanto, o maior espectáculo estava reservado para a etapa completamentar. Na segunda parte, a nossa equipa entrou muito forte, sempre com o objectivo de ampliar a vantagem. As jogadas de perigo sucediam-se, e o segundo golo não aparecia por manifesto azar, já que ocasiões para que este acontecesse não faltavam. Porém, numa jogada de contra-ataque por volta dos 70′, o Pedro Moreira concretizou o tão ansiado tento da tranquilidade, que faltou na semana passada.


E o massacre continuava…

   Daí até ao fim, o Aves dispôs da única ocasião de relevo em toda a partida. Num desentendimento entre o Tiago Gil e o Pedro Simões, a bola resulta para o avançado avense que enviou a bola ao ferro. Contudo, resta dizer que se este golo tivesse acontecido seria uma tremenda injustiça para a nossa equipa, que até então tinha desperdiçado inúmeras oportunidades para marcar. Mas, como a justiça tarda mas não falha, noutra jogada de contra-ataque o Miguelito estabeleceu o 3-0 final, sem espinhas, e que reflecte, sem tirar nem pôr, aquela que foi a superioridade evidente do Candal, que em muitas alturas esganou completamente a equipa do Aves.


Desespero avense com a estocada final.

    Com o resultado do Maia no Infesta, adivinha-se um jogo complicado e decisivo para a nossa equipa no próximo Domingo. A visita ao Infesta, equipa que connosco partilha o 1º lugar, assume-se como um desafio tremendo para qualquer uma das equipas, em cuja vitória poderá deixar uma ou outra muito perto do título. Especificamente, a nossa equipa precisará, na pior das hipóteses, de duas vitórias e de uma derrota por menos de 4-0 para se sagrar campeã. Estamos pois, em melhor situação, no entanto, para que possamos continuar a sonhar, é obrigatório vencer no terreno do Infesta.


Satisfação!

Para continuar a nossa caminhada, temos que nos preparar bem esta semana, e mentalizarmo-nos do desafio que se nos coloca. Todavia, como já nos habituamos a provas difíceis, estou certo que no Domingo que vem teremos mais uma vitória, e que nos colocaremos, finalmente, à beira de arrancar o título para as nossas cores. Parabéns a todos, é o que tenho a dizer! Continuem assim, é o que tenho a pedir!
Viva ao Clube Desportivo do Candal!


Um grito de força! Uma atitude a manter!

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Saturday, May 17, 2008

CD Candal vs Aves

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase final, 3ª Jornada;
Domingo, 9h; Complexo Desportivo do Candal, Estádio Rei Ramiro
CD Candal vs Aves

Antevisão:
Depois da derrota da semana passada, a nossa equipa recebe agora o Aves, num jogo naturalmente muito importante. Sabemos que uma vitória será relevante para manter a equipa na senda da conquista do título distrital, porém se não o conseguirmos, continuaremos apenas e só dependentes de nós.
   Sabemos da qualidade da equipa adversária. O Aves foi campeão da série 2, e mostrou na pré-época, contra nós, que possui um conjunto forte e equilibrado. No entanto, acreditamos que temos valor para vencer, e diante dos nossos adeptos, não podemos traçar outros objectivos que não sejam passem pela vitória.
   Repito o discurso que tenho tido: pensamento positivo, sonhos com glória, e estaremos prontos para ir de encontro às nossas metas. É por isso, equipa, que acredito totalmente em nós, certo de que amanhã venceremos mais um jogo em direcção aos nacionais! Viva ao CANDAL!

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Sunday, May 11, 2008

Maia 2-1 CD Candal

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase final, 2ª Jornada
Maia 2-1 CD Candal

O jogo:

Injustiça, por múltiplos factores! A nossa equipa cedeu uma derrota no terreno dos maiatos, que em nada se coaduna com o que se passou em campo, e ainda teve que sofrer com as pressões externas que se começam a movimentar. Uma atitude de assinalar da equipa esbarrou no azar e na verdadeira chacota de que foi vítima por parte da equipa de arbitragem.

Quem tinha assistido à primeira parte, nunca poderia prever um «filme» destes. A nossa equipa foi sempre melhor, e procurou sempre avançar no terreno e criar situações de golo. As jogadas sucederam-se, porém o toque final ficava sempre a desejar. Do lado maiato, apenas e só uma jogada mais prolongada,  desenvolvida rapidamente pela linha esquerda da nossa defesa, mas que o Tiago Gil não teve dificuldades em cortar para fora. Foi neste andamento que o Candal chegará ao 0-1, por intermédio do Digas, num lance que pareceu ser o apanágio do resto da partida: a bola ainda esbarrou duas vezes nos postes antes de se enrolar no fundo das redes. Com o golo, o marcador ganhava outra justiça, premiando a equipa que procurou assumir sempre o jogo taco-a-taco, sem se refugiar no contra-ataque.
   Porém, a dualidade de critérios da equipa de arbitragem cedo se começou a notar. Faltas por marcar, diferentes avaliações de lances parecidos, e o pior, sempre em prejuízo da nossa equipa. Mas, como a nossa equipa estava forte, e a «palhaçada» ainda não tinha assumido contornos tão graves, estivemos por cima.
   A segunda parte traz um Candal igual a si próprio. A nossa equipa entrou forte, defendendo bem e saindo ainda melhor para o ataque. A verdade é que os primeiros quinze minutos da fase complementar do jogo só tiveram um sentido, em tons de massacre: a baliza do Maia. Foram inúmeras as ocasiões em que podiamos ter ampliado a vantagem, e até vários os lances em que gozamos de superioridade numérica frente à defesa maiata. Contudo, não tivemos a habitual serenidade para transformar as oportunidades em golo, e a verdade é que o resultado se mantinha em 0-1. E, ainda para mais nesta fase, como se costuma dizer que quem não mata morre, um cruzamento do meio do nada a juntar a uma infelicidade clara do Pedro dá um empate tremendamente injusto ao Maia. Um autêntico balde de água fria, que irritou ainda mais a nossa equipa pela forma manifestamente vergonhosa como a equipa de arbitragem estava a conduzir a partida para aquele resultado. Como se não bastasse, poucos minutos depois, o Paulinho é rasteirado a pés juntos juntos na nossa ala defensiva esquerda - sem que seja marcada qualquer falta - , e no seguimento o jogador adversário cruza a bola para a nossa área, e o atleta do Maia depois de carregar o Filipinho em clara falta, domina a bola tranquilamente com a mão e com o braço, ajeita o esférico convenientemente, seguro de que depois destas evidências já não havia nada que pudesse ser assinalado pelo Sr. Juiz, e dispara para o 2-1. E se, enfim, o lance do nosso golo foi o apanágio da falta de sorte que tivemos (tal foi a dificuldade em colocar a bola na baliza), este lance foi por si só a marca do outro factor que nos fez perder o jogo: a falta de seriedade e até mesmo de dignidade de quem presidiu ao desafio.
   Daí até ao fim, a nossa equipa procurou sempre chegar ao empate, que secalhar até com mais calma teríamos conseguido, mas a jogar mais com o coração do que com a cabeça, os intentos não se concretizaram. Houve foi tempo para que o verdadeiro artista daquele circo se pudesse exibir ainda mais, apitando e levantando o braço para que a coreografia ficasse perfeita. Resta sublinhar que o coreográfo estava tão comprometido com aquela situação que nem se importou com os constantes insultos de que foi alvo. Como se costuma dizer, quem está a fazer bem o seu trabalho, está de consciência tranquila. Pois bem, atendendo ao que se passou e à notória intenção de mexer no marcador, lamentamos termos sido vítimas desta vergonha. O objectivo foi aquilo que se consumou, por isso parabéns ao profissionalismo do artista! Agora, claro está que quem tem unhas toca guitarra, e quando a seriedade das pessoas não recorre a todos os métodos para ganhar, muitas vezes as coisas complicam-se. No entanto, pelo que jogamos, e pelo prórpio grau de motivação que esta facada cuja dor é quase tão forte como se tivesse sido dada pelas costas, estou mais que certo que temos equipa para ganhar esta prova. Aliás, escrevo mais hoje, que perdemos, do que em todos os jogos que vencemos neste campeonato, o que por si só reflecte a vontade de todos em corrigir esta anomalia. Com a derrota do Aves no Infesta, a curiosidade é que estamos todos com três pontos e, com o desempate feito pelos golos marcados, é o Candal que por enquanto ocupa o primeiro lugar, a avistar uma difícil recepção ao Aves na próxima semana, da qual só se pode esperar uma vitória.
   Parabéns à nossa equipa pelo comportamento sempre digno e guerreiro, e parabéns também aos jogadores do Maia, aqueles que com o seu brio vão para o campo lutar pelo melhor resultado. Se nos sentimos espoliados, a culpa nunca foi deles.
   Aos nossos adeptos, obrigado, e contamos com cada vez mais com vocês quando a hora final se aproxima cada vez mais e as decisões se constroem todos os fins-de-semana. Nesta semana tem que haver muito trabalho e ainda mais garra no próximo domingo. Um grande viva aos Juvenis e ao Clube Desportivo do Candal, sempre!

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Saturday, May 10, 2008

Maia vs CD Candal

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Fase Final, 2ª Jornada.
Domingo, 9H; Sintético FC Maia
Maia vs CD Candal

Antevisão:
Depois da vitória da semana passada, a nossa equipa volta agora a encontrar um velho conhecido: o Maia. Os nossos adversários, a jogar em casa, têm certamente factores de motivação muito fortes. Por um lado, querem-nos derrotar para tirar a desforra da 2ª volta da 1ª fase; por outro lado, necessitam obrigatoriamente de vencer para se manterem na corrida pela vitória nesta fase. Contudo, este último factor também contribui para o aumento dos seus níveis de pressão, já que, ao contrário de nós, estão na obrigação de ganhar os três pontos em questão.
   É, por isso, justo dizer que temos que enfrentar esta partida com tranquilidade e seriedade. Entramos sempre em qualquer campo para vencer, sem retrancas nem esquemas obscuros, e neste sentido é inegável que uma vitória no Domingo seria de uma importância tremenda, embora longe de decisiva. No entanto, a pressão é nula ou, no máximo, muito reduzida. Apelo por isso para que a motivação esteja em alta e que a vontade de vencer seja grande. Temos respeito pelos nossos adversários, mas não sabemos entrar em qualquer campo com o objectivo que não seja ganhar.
    Estou expectante em relação ao apoio que vamos ter. Em dia de derby entre o Candal e o Canidelo, resta saber se vamos dar a nossa cor ao campo do Maia. Fica o desejo!
    À minha equipa resta apelar à força, ao espírito de grupo e a um comportamento digno daquilo que temos sido toda a época: briosos, profissionais e grandes atletas! Vamos acreditar, vamos vencer, e como disse, esperar mais uma grande ovação! Viva ao Clube Desportivo do Candal!

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Sunday, May 4, 2008

CD Candal 4-1 Infesta

Equipa A:
Domingo, 9Horas; Complexo Desportivo do Candal, Estádio Rei Ramiro
CD Candal 4-1 Infesta

O jogo:
Na primeira jornada desta fase final, a nossa equipa recebeu e venceu o Infesta, goleando por 4-1. A vitória ajusta-se perfeitamente, pois fomos sempre melhores e nunca demos hipóteses aos nossos adversários para nos levarem de vencida.

Depois de, no sábado, o Aves ter levado de vencida o Maia (2-0), a nossa equipa completou o calendário desta primeira jornada, recebendo o Infesta. Desde início, os nossos opositores dificultaram-nos a vida. Uma equipa muito forte fisícamente, aguerrida e muito combativa, tentou dividir as despesas do jogo connosco. Porém, seria a nossa equipa que iria provar, mais uma vez, a enorme disciplina, saber estar e experiência, inaugurando o marcador por volta dos 15 minutos, por intermédio do Tiago Gil.


Pereira em disputa

   Depois, mantendo sempre a mesma atitude, soubemos sempre defender com mestria, e nunca perder o controlo do jogo. Seria nesta sentido que o Filipinho e o Rolhas realizariam uma jogada espetacular, ao primeiro toque, com pormenores de calcanhar à mistura, colocando a nossa equipa a vencer por 2-0, resultado que se manteve até ao final do primeiro tempo.


Manhã de Domingo, cedo e com chuva, com 150 candalenses nas bancadas Poente e Nascente do «Rei Ramiro».

   Na segunda parte, a toada manteve-se. Infesta a tentar reagir, Candal a controlar sempre os acontecimentos, despedaçando a equipa adversária em rápidos lances de contra ataque. Através deste sistema, as ocasiões de perigo foram-se sucedendo, enquanto as tentativas dos mamedenses esbarravam no nosso último sector, ainda que tenham conseguido uma grande oportunidade para reduzir a desvantagem. Contudo, como a nossa equipa já tinha avisado,  num dos lances de contra-ataque o Pedro Moreira «mata» o jogo, emendando um remate de Miguel Vaz, o mesmo que poucos minutos depois, através de um excelente remate fora da área faria o 4-0 para o Candal.
   Já depois da hora, e no último lance do encontro, com a nossa equipa a esperar que o árbitro apitasse para o fim, o Infesta reduziu para 4-1, fruto de um fantástico pontapé de bicicleta do seu ponta de lança, estabelecendo o resultado final.


Satisfação

   No geral, os Juvenis estão de parabéns! Tranquilos, com classe e mestria, ultrapassamos o primeiro obstáculo. Seguem-se agora cinco finais, nas quais a palavra de ordem se mantém: ganhar! Dependemos única exclusivamente de nós, e demos hoje uma prova de que temos a força necessária para, com humildade, ir de encontro aos nossos objectivos. Para a semana há uma difícil partida na Maia, onde se pede a mesma postura, a fim de arrancar mais três pontos! Força, viva ao Candal!


Grito de vitória! Agora é seguir em frente e continuar neste rumo!

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Friday, May 2, 2008

CD Candal vs Infesta

Equipa A:
1ª Divisão AF Porto
Domingo, 9H; Complexo Desportivo do Candal, Estádio Rei Ramiro
CD Candal vs Infesta

Antevisão:
E aí está a prova de fogo. Depois de uma época a lutar para aqui chegar, finalmente temos a oportunidade que tanto desejavamos. Estamos no lote das quatro melhores equipas do nosso campeonato, e iremos tentar, a partir de Domingo, concretizar um sonho ao qual nenhuma equipa nesta fase pode fugir: ser campeão!
Começaremos por receber o Infesta. Os mamedenses terminaram a sua série em segundo lugar, logo atrás do Aves. Dado o seu apuramento, e necessária qualidade, será certamente uma partida difícil. Se na 1ª fase poucos foram os jogos fáceis, então aqui sim, não esperamos que nenhum o seja. Desta forma, é obrigatório respeitar o adversário, ter consciência do seu valor e nunca o desprezar, independentemente do rumo que o jogo possa vir a tomar.
No entanto, apesar de um «nervoso miudinho» que nos cobre nesta altura, só temos que confiar em nós e nas nossas capacidades. Chegamos até aqui de uma forma brilhante, e para sermos campeões só dependemos de nós. Resta dizer que o intenso apoio que se prevê, ainda que ao princípio possa intimidar, com o passar do tempo será uma situação normal a que nos habituaremos. É uma fase repetida para aqueles que já foram campeões, e uma fase nova para outros atletas. Porém, não deixa de ser engraçado que estejamos todos «em pulgas» para Domingo, porque o futebol é isso mesmo: emoção, paixão, e sobretudo divertimento, ainda que de uma forma séria.
Assim, meus irmãos, chegamos a um ponto que pode coroar a grande campanha que temos vindo a fazer. Vamos encher o nosso peito de brio - tal como temos feito durante toda a temporada - e provar no campo, mais uma vez, que temos valor e vamos lutar pelos nossos objectivos! Em frente, sem medo, com muita confiança e garra, acredito que vamos vencer e sair do «Rei Ramiro» debaixo de uma tremenda ovação, a esperar uma invasão a todos os outros campos! Acima de tudo, pensamento positivo! Sonhem com vitórias, sonhem com golos, sonhem com festejos, sonhem com bandeiras e cachecóis do Candal a desfraldar ao sabor do vento, sonhem com uma bancada cheia a vibrar por nós, sonhem com o emblema de «Rei Ramiro» no alto, iluminado pelo sol da vitória! Sonhem, acreditem em vocês, e escreveremos mais uma página de ouro e glória na história centenária do nosso grande clube e nas recordações que ficarão para o resto das nossas vidas, as recordações que nós construímos, o grupo que nós fomos!

Viva ao Clube Desportivo do Candal!

Passado presente, presente do futuro, a afirmação de um sonho; Clube Desportivo do Candal
Garra, força, paixão… Espírito de vitória!

Posted by Miguel Aguiar at 23:09:21 | Permalink | Comments (2)