Carta aos Juvenis 07/08
Irmãos, companheiros, e toda a terminologia que possa descrever da melhor forma a união deste conjunto de jogadores,
Um destes dias, sentei-me à mesa para tentar prestar-vos uma homenagem por esta caminhada que juntos fizemos. Apesar de ter muito para vos dizer, nunca soube por onde começar. Na verdade, ainda mal caio em mim, ante a grandiosidade do feito que conseguimos. Mas, talvez o mais sensato seja começar pelo início desta trajectória, isto é, a época passada.
Quando iniciamos a temporada 2006/07, não perspectivamos nunca uma caminhada no deserto. Durante essa época, e mesmo em parte «separada», esta equipa viu como parte natural o seu papel de equipa «B», de equipa de formação e, sobretudo, de equipa de preparação para esta época. Foi nesse sentido, que começamos a acreditar em nós, que começamos a traçar um objectivo ambicioso, mas ao qual nunca fugimos. Acordamos, entre todos, que iriamos dar o máximo para que, na temporada seguinte, estivessemos na máxima força para sermos campeões. Bem sei, foi algo projectado num prazo longínquo, mas revelou uma maturidade espectacular da equipa, que assumiu, claramente, aquilo que queria.
Em Junho de 2007, creio que estavamos todos satisfeitos, e com boas perspectivas face ao que se iria desenrolar a partir de Setembro. E, na verdade, eu mesmo disse, há um ano atrás, ao senhores Ismael Martins, Paulo Sonnekalb e Silvio Peres que «havia razões para se esperar muito da equipa», e que «todos sabiam das nossas capacidades». Disse também, em palavras dirigidas aos meus colegas de equipa, que teríamos um «desafio muito difícil», o de «corresponder ao que esperavam de nós, que eram vitórias, bom futebol, e que pudessemos honrar o emblema do Candal».
Pois bem, hoje compreendo, mais uma vez, que não há satisfação igual ao cumprimento dos nossos objectivos e das metas que juntos traçamos. Atrevo-me a dizer que antes da equipa técnica ou da direcção dizerem o que queriam de nós, já nós mesmo tinhamos dito que desempenho queríamos ter.
A caminhada de Agosto de 2007 até aqui foi longa. Muito longa, e muito dura. Travamos muitas batalhas, tivemos adversários fortes e competitivos, os quais só conseguimos ultrapassar porque, de facto, temos muito valor, e mais que tudo, tivemos e temos um espírito de grupo inigualável e inquebrável, independentemente das circunstâncias, que por vezes foram difíceis. Para provar esta afirmação, basta reportar-me que à partida para a 7ª Jornada tinhamos três derrotas, e já eramos dados como «mortos». A isso respondemos com quase seis meses sem perder, com 23 jornadas a resultarem em 19 vitórias.
Mas e então, também para reforçar este facto, que prova mais flagrante da união, da garra, do espírito de vitória de uma força mental invulgar, do que o modo como conquistamos este campeonato? Antes do jogo das Aves, também estavamos fora. Depois do jogo, o título foi nosso, e com inteira justiça. Por tudo isto, sinto-me imensamente feliz, realizado, e orgulhoso por todos vocês fazerem parte da minha vida.
À imagem do que fiz no ano passado, e agora mais justamente que nunca, gostaria de me referir individualmente aos meus companheiros, os principais obreiros desta conquista. Peço desculpa se não me refiro a todos os elementos da equipa «B», mas todos juntos somos muitos, e só posso endereçar palavras com justiça e exactidão a quem conheço melhor e com quem caminhei sempre. Abrirei, no entanto, excepções àqueles que chegaram a ser convocados para alguns desafios nossos. Estou certo da vossa compreensão.
Pedro Simões, o ex-Vila que custou 600 mil euros! Julgo que todos tentamos receber-te da melhor forma, dar-te o melhor acolhimento possível. Julgo também que te integraste rapidamente, e hoje sentes muito este grupo. A tua qualidade é inegável, e estou ciente do teu papel muito importante neste trilho, e da forma como certamente estás orgulhoso de tudo o que fizemos. Continua, sempre, sem medo, e nunca vires a cara à luta! Isso foi o que de melhor aprendemos este ano, por isso força!
Vítor, elogiei-te na época passada pela tua incrível progressão em apenas um ano. Hoje, mais um ano passado, não me resta alternativa senão voltar a evidenciar esse facto, congratulando-te por cada dia te tornares um melhor guardião, um homem mais forte e mais capaz, cuja vontade de trabalhar e de se empenhar é contagiante. Lembra-te que em dois anos o teu percuso já foi fantástico, e deixa-me também referir-te que conseguiste, apenas na tua segunda época de futebol, o que eu consegui apenas e só à sétima! Por tudo isto, continua a trabalhar, com paciência e sem desistir, nunca!
Rui, ex-Boavista, e um reforço de futuro e de qualidade para o Candal. Penso que não é preciso pensar muito para dizer que está aqui uma verdadeira referência do Candal no nacional de Juvenis para a próxima época. Talento e vontade de trabalhar não te faltam, e é só continuar neste rumo. Para a próxima temporada, és de segundo ano, e as responsabilidades dobram. Com tranquilidade, estou certo de que corresponderás, sem problemas, a todos os desafios que te serão colocados.
Filipinho, meu e o nosso capitão. O jogador mais antigo da casa, com força, resistência inquebrável, talento para dar e vender, e uma peça fundamental no espírito de coesão deste grupo. Tal como muitos que perfazem a nossa equipa, faltam mesmo as palavras para descrever aquilo que me vem à cabeça. Dizer que foi um orgulho imenso estar ao teu lado nesta época é a verdade mais pura!
João Sousa, acompanha-nos desde o ano passado. Não me enganaram quando me disseram para te trazer para aqui, e tu também não te enganaste na aposta que fizeste. Como iniciado que eras, só te fez bem o largo período de tempo que treinaste com juvenis, e com essa garra e vontade conseguiste estar pronto da melhor maneira para te afirmares, claramente, na nossa equipa de 1º ano. Ou muito me engane, ou o mesmo acontecerá no nacional de Juvenis.
Pereira, Smeagol! Entraste a meio, mas nem por isso deixaste de te constituires como uma peça fundamental nesta equipa. Segurança defensiva, um pé esquerdo que tanta falta fazia, e que valeu também muitos cruzamentos de ouro, a resultarem em muitos golos. Para além disso, integrando na perfeição neste grupo, que te recuperou e te conduziu ao teu verdadeiro estatuto, passaste da equipa «B» do Salgueiros a campeão distrital pelo Candal, e contra factos não há argumentos. Continua!
Pirata, tal como havia dito na época passada, este ano tinhas que trabalhar mais, tinhas que te esforçar mais. Para pena minha, acho que nunca quiseste muito com isto, ou então não acompanhaste da melhor forma a maneira como esta equipa abordava os desafios. Não correu da melhor forma, mas mesmo assim estiveste sempre pelo Candal. Sorte para ti, e espero que corrijas a tua conduta, pois na próxima época a coisa vai mudar. Força, sempre!
Fábio Loureiro, «Moisés», «Pepe» ou «Baresi». Poderia arranjar-te um sem número de nomes, mas chego sempre à conclusão de que nenhum deles é verdadeiramente o nosso Loureiro. Incrível capacidade de marcação, elevado sentido posicional, garra e vontade imensas, pés de ouro que seguram a bola de forma aprumada e tranquila. Alegre, tranquilo, a crescer nas atitudes e nos comportamentos, para te tornares um atleta e um homem grandioso, a todos os níveis. A ti também te digo que és um valor imenso deste clube. Continua rapaz, nunca mudes!
Tiago Gil «Marcelão», que a par do Fábio Loureiro, foram os símbolos da melhor dupla de centrais deste campeonato, com um lugar garantido na maior parte das equipas dos Nacionais. Este ano vi equipas como o Boavista ou o Sporting, e cheguei sempre à mesma conclusão: « os nossos centrais são muito melhores que aqueles que ali estão ». Quanto a ti, especificamente, reforço o que disse na época passada. Muita qualidade, no ar e no chão, faro de golo nas bolas paradas, elevado sentido posicional, uma forma de tratar a bola que só os grandes jogadores conseguem, que te transporta para uma classe digna de um percurso futebolístico que se for justo, te levará – ou vos levará – por muito longe. Para além disso, excelente companheiro, e sub-capitão. Em traços gerais, uma peça fundamental para esta caminhada.
Ruizinho, a garra, o espírito de equipa, qualidades que te inserem no espírito candalense, um verdadeiro homem da casa. Apesar de nesta época não teres jogado tanto, deste sempre tudo pelo conjunto, sempre em nome desta família que sempre adoraste tanto. As palmas sonoras e a afinidade com o Reinaldo Telles são também factores essenciais para a tua afirmação. Ruizinho sempre!
Paulinho, «China». Que dizer de ti? As opiniões são unânimes: humildade, muita entrega e espírito de sacríficio, um comportamento exemplar em nome da equipa e do clube. Continua a trabalhar afincadamente para o teu sucesso e para o sucesso do Candal no nacional de Juvenis, já que, invariávelmente, serás uma peça fundamental dessa equipa.
André Araújo, teço a ti os mesmos elogios que teci ao Paulinho. A ti em particular, acrescentaria à humildade um pequeno mas importante aspecto: mais participação em torno do grupo, sem medo de nada nem de ninguém, principalmente quando caminhamos todos o mesmo trilho. Liberta-te mais, sê uma pessoa feliz e lembra-te que o sucesso profissional também se faz à custa de capacidades que não se resumem ao papel e à caneta. Para além disso, sermos como pessoas, darmos largas ao que nos vem na alma, também é fundamental. Força rapaz!
Bernardo, só para o fim começaste a acompanhar decisivamente esta conquista. Como disse a outros, creio que também poderás ser uma peça importante da equipa principal da próxima época, e para tal incentivo-te a trabalhar e a ter alegria no que fazemos, sempre!
Digas, que salto que deste nesta época, em todos os sentidos. Não basta teres deixado de ser o miúdo franzininho que eras, que agora também te afirmaste ainda mais como jogador. Continua a trabalhar, a levar o teu empenho ao máximo, e com essa alegria de viver e de jogar, as coisas continuarão a aparecer. Foste, nesta fase final, um jogador também decisivo, e como tal é manter o mesmo procedimento no próximo ano desportivo, agora num âmbito diferente e completamente novo para ti.
Rolhas, o homem que faz maravilhas com a bola, com uns pés de ouro! Grande rapaz, humilde e trabalhador, sempre com a equipa no pensamento. Peço-te mais calma e mais paciência em certas fases mais complicadas, e se te empenhares ao máximo, vais evoluir ainda mais e tornares-te alguém com uma palavra a dizer no futebol. Eu, pelo menos, nunca esquecerei essa técnica e essa boa disposição!
Miguelito, o nosso homem das tribelas, que rasgou muitas linhas, concretizou muitos golos e deu muitos a marcar. Outra das peças fundamentais para o sucesso da equipa, dentro e fora do campo. No rectângulo, todos sabemos o que vales. Velocidade, técnica, um pontapé certeiro, forte e colocado, quer nos remates, quer nos cruzamentos. Continua humilde, empenhado e não ficas por aqui. Força!
Pedro Rodrigues, a minha opinião sincera é que tens tudo para dar jogador. Técnica evoluída, qualidade de passe, de cruzamento e de remate forte e colocado. O que te falta? Aquilo que é decisivo para enfrentar a vida, e que disse também ao Araújo: mais força, mais garra, mais à vontade, sem nos deixarmos intimidar nem atemorizar pelo que vêm aí. Os mais fortes vêem-se aí, quando se vencem as dificuldades!
Miguel Vaz, que palavras para ti? Talento, toda a gente vê que é muito, e assumes-te como um dos valores essenciais deste clube. Mais importante que o fantástico atleta que és, é o fantástico homem que consegues ser. Continua assim, humilde, trabalhador, amigo, bem disposto e sempre disponível. Assim, vais longe, e é isso que todos nós queremos. Agora, nesta época de decisões, muito juízo, e fica atento aos conselhos daqueles que verdadeiramente querem o teu bem. Assim, tens tudo o que precisas, por isso força rapaz!
Pedro Moreira, garra, velocidade e força. Um dos elementos que acredito que será uma das referências do nacional de Juvenis, porque tem tudo para seguir esse caminho. Mas, para essa responsabilidade, é preciso sermos mais maduros, mais afoitos e aprendermos a lidar melhor com as adversidades que se nos colocam. Quando conseguires isso, aí sim, confio inteiramente na tua plena afirmação.
Luís Gonçalves, homem ex-Lever, súbdito dos «bicos» à segunda-feira; faro de golo, desde o jogo de Coimbrões até à ultima jornada, o que nos valeu muitos pontos. Tal como já disse a vários, vejo em ti uma referência decisiva da equipa da próxima época. Ao papel que já tiveste sendo de primeiro ano, fará na próxima temporada, quando fores de segundo. Mas, verdade seja dita, a tua mentalidade e inteligência também te distinguem, e tudo sempre em nome do conjunto, em nome desta verdadeira família. Nunca te esquecerei mesmo, e fico contente pela aventura que ainda nos espera aos dois!
Quanto aos jogadores, está tudo dito. Fica porém a referência à equipa «B», com a qual também percorremos este caminho, e deixamos uma mensagem de força e incentivo. Sem arrogância e apenas com preocupação, sublinhamos até que comecem a desenhar por vocês próprios os vossos objectivos, que se unam mais, e que formem um conjunto como aquele que nós construímos. Lideres não vos faltam, agora é preciso que se cresça em mentalidade, porque acreditem, esse seria um passo decisivo para que vocês se pudessem constituir como uma equipa muito forte e competitiva. Fica o repto, agora correspondam vocês ao desafio!
Sr. Ismael, Sr. Sílvio e Sr. Sonnekalb. Há um ano atrás agradeci a confiança depositada em nós. Hoje, todo este tempo passado, volto a fazer o mesmo. Agora que conseguímos os objectivos que foram traçados, esperamos que as outras equipas possam fazer o mesmo. Dessa forma, o crescimento do Candal continuará a ser evidente e grandioso. Obrigado por tudo, porque a vossa confiança também foi determinante a esta conquista. Obrigado!
À equipa do posto médico, o nosso agradecimento em geral. Sem dúvida que o desempenho melhorou e muito nesta época: o atendimento foi melhor, mais personalizado, e foi de encontro às necessidades dos atletas. A vossa disponbilidade agradecemos, sabendo da vossa quota parte de responsabilidade neste feito.
Da equipa técnica, a disciplina, a amizade e o espírito de conquista serão para sempre lembrados. Quero referir-me aqui a vocês no geral, e não tecer considerações individuais. Isto porque o meu apreço por vocês é naturalmente global, e estou agradecido a todos vós por nos terem ajudado a chegar até aqui. Fomos todos importantes uns para os outros, e juntos fomos os campeões. A partir de agora, as nossas carreiras atingiram outro estatuto, e convosco aprendemos a acreditar e a trabalhar, sempre. Obrigado por tudo!
Aos pais, como parte integrante do nosso sucesso. Disponibilidade e apoio incondicional, nas vitórias e nas derrotas! Como as coisas começaram a correr bem, juntaram-se a vocês uma massa associativa de garra, numerosa, que convosco criou ambientes frenéticos e inesquecíceis, e que nos conduziram definitivamente a esta conquista. Por tudo, muito obrigado mesmo!
Foi uma longa caminhada até aqui. Há muitos motivos pelos quais nunca vos esquecerei, e o que aqui criamos foi excepcional. Por mais anos que ande no futebol, dificilmente encontrarei uma equipa com tanto valor e com esta mentalidade inigualavel, profissional, e com uma atitude sempre irrepriensível. O que nós temos não é amizade: é um imenso amor de irmãos. Ajudamo-nos, sempre, e lutamos sempre em conjunto! Amo-vos a todos com tudo o que tenho, e juntos fizemos coisas maravilhosas. No final disto tudo, sinto-me contente e realizado, com a sensação de dever cumprido e de metas atingidas. No entanto, sinto-me também triste que a nossa caminhada acabe aqui, pois a minha vontade era que esta equipa continuasse ETERNAMENTE. Certo desta impossibilidade, sublinho, em salvaguarda, que eternamente continuarão no meu coração e no meu pensamento, os Juvenis 2007/08, os verdadeiros campeões em toda a linha.
Vocês estarão sempre, sempre, sempre comigo!
Continuarei a amar-vos pela vida fora pelo que juntos fizemos, pelo que juntos vivemos, pelos sonhos que juntos concretizamos!
Juvenis: mais uma vez memorável, mais uma vez inesquecível!
CAMPEÕES ALLEZ! CANDAL SEMPRE!
Mensagem pessoal:
Chegou a uma altura em que nos separamos. Os juvenis que ficam, sabem agora da grande responsabilidade. Vão defender o CD Candal no nacional, com o desafio de se classificarem desde já nos primeiros sete lugares. Todo o Candal vai estar com vocês e vai apoiar-vos, sempre, incondicionalmente, pelo que acredito em vocês. De hoje a um ano, congratularei-vos mais uma vez por uma época bem conseguida. Força rapazes!
Aos que sobem para júniores, boa sorte. O desafio também é grande, e chegam à camada com mais visibilidade no Candal. Lutem sempre, sem nunca se deixarem atemorizar, pois isso foi o que de melhor aprendemos nesta época. Com essa atitude, o futuro ser-vos-à risonho, certamente. Tenho um imenso orgulho pela caminhada que fizemos juntos, mas o tempo e a conjugação de um certo número de factores indicam-me outro caminho. Como vocês já sabem, farei parte da equipa técnica dos Iniciados do CD Candal, naquela que será uma nova fase para mim, iniciada naquele que julgo ser o momento certo. Não digo adeus, porque andaremos pelo mesmo sítio, e a vida é assim mesmo. Saí pela porta grande, e levo recordações fabulosas. Agradeço-vos imenso, por tudo o que me fizeram viver, e prometo agora, nestas novas funções, dar o máximo de mim.
A vossa presença jamais será apagada. As fotografias, a faixa e o cachecol estão aqui, espalhados pelo meu quarto, e fazem-me recuar no tempo e reproduzir as demonstrações de companheirismo, de amizade e de vitória. Fazem todos parte do meu sub-consciente, pelo que estão entranhados profundamente na minha alma.
No que respeita ao blog, há uma hipótese em aberto, que está a ser tratada, mas de resto, uma certeza posso dar: essa hipótese não passa por mim. Vou para uma camada diferente, e dificilmente voltarei a fazer blogs para as minhas equipas. Este foi um projecto único, para uma equipa única. Por isso, até sempre meus companheiros de guerra, de sangue e para a vida! Aprendi a ganhar, a sonhar e a lutar convosco, e que grande lição me deram! Obrigado por tudo, e guardarei o calor dos nossos abraços pela vida fora!
Subida ao Nacional da camada
Campeões, Campeões, nós somos campeões!
Até morrer, Candal allez! Até morrer, Candal allez! Até morrer Candal allez, Candal allez, Candal allez!
Eterno viva aos Juvenis!
Eterno viva ao Clube Desportivo do Candal!
Garra, força, paixão… Espírito de vitória!






































CD Candal 1-2 Maia






CD Candal vs Maia








CD Candal 3-0 Desp. Aves






